Qualquer distribuidora do país reconstruída por código ANEEL — postes, transformadores, vãos, consumidores — em edições anuais comparáveis. Sobre essa fundação: órbita, clima, regra e a rua, lida por câmera e rádio na mesma passada de um veículo de rotina. Triagem: sinal, não prova.
Ao lado: o traçado do Sistema Interligado Nacional (ONS SINDAT) — da rede básica ao último vão de distribuição, a escala em que a fundação trabalha.
análise · beta privadoVale do Taquari/RS — Sentinel-2, outubro de 2025, 10 metros por pixel.
Sobreposição real: cada traço é um vão de média tensão reconstruído da BDGD — não é arte.
A rede física do país reconstruída do arquivo público: 101 distribuidoras — 3,10 mi km de média tensão, 6,08 mi de transformadores e 103,1 mi de unidades consumidoras, medidas vão a vão (BDGD ano-base 2024, com backfill 2023 para quatro permissionárias sem pacote no ano). É a base de tudo que a casa faz — inclusive da linha Perdas.
fundaçãoVegetação na faixa de servidão classificada por vão, calibrada por estado e zona sobre 69.504 vãos (AUC 0,74–0,81). A altura de dossel é redutora de fila, não descobridora: corta a inspeção de 1.233,7 km para 159,2 km — −87,1%.
análiseCaptura embarcada em veículo de rotina, lendo três coisas de uma vez: poste por visão computacional — 184 de 211 casaram com o cadastro no censo controlado (87%) —, vegetação sobre o condutor, e presença de rede de provedor pela varredura de rádio. Dois limites que vão sempre junto: câmera única não separa árvore distante de cabo próximo, então a saída é fila de trechos e nunca distância cabo-vegetação; e o rádio alcança ~38% numa passagem, então ausência de leitura não é ausência de provedor.
análiseQuem vende banda larga em cada município, pelo registro Anatel, cruzado com o cadastro de contratos da distribuidora. A camada responde quem e onde procurar; a rua confirma a presença. Linguagem travada: presença a conferir contra o cadastro, jamais irregularidade de provedor nomeado.
análiseRadar de proximidade do limite DEC/FEC e de compensações: o setor pagou R$ 1,12 bilhão em compensações em 2024 (ANEEL). Saber antes é a diferença entre plano e multa.
análiseOnde a carga nasce: células de crescimento, ocupações junto à rede, indústria nova no alimentador — o radar econômico do território da concessão.
análiseExposição observada da rede a cheia e vendaval, por vão — e a parcela do DEC que é clima, separada da que a poda resolve.
internoSensores retrofit para o que o satélite não vê, instalados onde a rede calculada diz que poucos pontos rendem o máximo. Está no plano, não em operação — a medição de RMS a cada 5–15 min localiza balanço e carregamento, e não promete vegetação nem previsão de queima.
planejadonúmeros medidos em jul–ago/2026 · saídas analíticas localizam onde olhar primeiro — verificação de campo ou alta resolução fecha o caso
Análise de carga estrutural e auditoria de uso compartilhado por telecom — categorias consolidadas nos EUA, re-ancoradas em norma brasileira, com sinergia direta no inventário PRPP.
Quais transformadores vão sofrer primeiro com solar e eletrificação — a camada de triagem do modelo DERMS, mapeável hoje sobre a BDGD.
Depois de 2024, exposição climática da rede virou pauta de conselho e de regulador estadual. Exposição observada por vão, não mapa genérico de risco.
Nenhuma peça isolada aqui é inédita — a combinação é. Triagem sobre o arquivo regulatório, camada orbital e leitura de rua na mesma passada, amarradas pelo código do ativo que já existe nos dois lados. É o conjunto que produz a fila, e é o conjunto que se contrata.
Com o código ANEEL da distribuidora, a fundação reconstrói a rede — e a primeira leitura sai da máquina.
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