Reconstruímos a rede elétrica do país do dado bruto — pra distribuidora ver onde perde, pro consumidor saber se migra, pro investidor enxergar onde a carga cresce.
Ao fundo, não é foto de satélite: cada traço é um vão real de rede de distribuição, reconstruído da BDGD, e a luz corre pela rede que a CENTELHA mediu. Aqui nada é ilustração.
análise · beta privadoTarifa, mercado livre, geração distribuída, solar. A pergunta: estou pagando o preço certo?
A rede reconstruída vão a vão, cruzada com órbita e clima. A pergunta: onde a rede está em risco?
A rede do país inteira num mapa vivo: transmissão do SIN, subestações e distribuição de média tensão reconstruída da BDGD — navegável por distribuidora, do zoom nacional ao vão.
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As 97 distribuidoras do Brasil medidas uma a uma — AT, MT, BT, transformadores e unidades consumidoras, com a variação sobre o ano anterior. Cada linha, medida do dado bruto.
Abrir o Atlas →a régua nacional, medida da BDGD 2024 (ANEEL, V11): 97 distribuidoras · 3,09 mi km de média tensão · 6,05 mi transformadores · 102,98 mi unidades consumidoras
números medidos na nossa base em jul/2026 · em qualquer entrega, com ano e fonte · saídas analíticas são triagem — sinal, não prova
Do dado bruto
ao ponto de decisão.
Entre o portal oficial e a resposta de dinheiro há uma fábrica — ingestão industrial, motores auditáveis e uma entrega que vira ação. É o que separa "tem dado" de "sei o que fazer".
Portais oficiais inteiros, não amostras. Tarifas ao centavo, rede vão a vão, preço hora a hora, cinco edições anuais da BDGD, comparáveis.
Cálculo auditável, regra por regra — Lei 14.300, migração ACL, limites regulatórios. O motor diz "não compensa" quando não compensa.
Fila priorizada, veredito, radar regulatório. Papel de trabalho com número, ano e fonte — não dashboard genérico.
A fundação é blindada: a BDGD é dado aberto oficial da ANEEL — licença ODbL, uso comercial permitido —, obrigatória e anual para toda distribuidora do país, e conversível em motor de simulação elétrica.
Quem sofre os piores apagões costuma ter a menor renda. Cruzamos confiabilidade e território — a evidência que mostra onde investir primeiro.
MMGD por município e concessão, geração distribuída medida no dado oficial. Observabilidade para o relato, não estimativa.
Rede reconstruída vão a vão, cruzada com clima e órbita. Priorização de resiliência, rastreável até a fonte.
Não é selo, auditoria nem garantia de impacto: é insumo anexável ao relato ESG e ao direcionamento de investimento alinhado aos ODS — sempre com ano e fonte. Triagem: sinal, não prova.
A Lei 15.269/2025 abre a baixa tensão ao mercado livre — comercial/industrial até nov/2027, residencial até nov/2028. O motor de migração já existe.
Cooperativas e permissionárias: o segmento que nenhum player global de inteligência de rede atende no Brasil. A fundação já roda três redes reais.
Previsão por ML, dado de grid em tempo real, engenharia de poste, triagem de sobrecarga — categorias validadas lá fora, construíveis com dado público daqui.
A plataforma é a nossa fábrica, não uma assinatura. A resposta chega calculada para o seu caso, com método aberto e auditável.
Quando o número diz "não migre", entregamos "não migre". Análise em beta privado, triagem declarada como triagem.
Campo, aéreo e engenharia entram por parceiros, projeto a projeto. Cada entrega tem dono, prazo e critério de aceite.
Uma conversa, o seu caso — e a primeira leitura sai da máquina, não do discurso.
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